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Associação IPSUM Home

Somos uma associação sem fins lucrativos reconhecida pelo Banco de Portugal, Direção-Geral do Consumidor e pertencemos à Rede de Apoio ao Consumidor Endividado.

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19.Jun.19

AUTOMÓVEL - Conselhos de Poupança

Frequentemente, o carro é um dos principais e mais avultados encargos dos agregados familiares: imposto de circulação, reparações, inspecções, ao que se acrescenta o obrigatório seguro automóvel de que aqui já falamos. Porém, as exigências da vida quotidiana fazem com que, tantas vezes, não possamos prescindir deles. Nada impede, contudo, que adoptemos um conjunto de práticas e comportamentos que limitem os impactos destas despesas nos nossos orçamentos familiares. Dessa forma, deixamos um conjunto de dicas e conselhos para que no final do ano, desenvolvendo técnicas de condução eficiente, possa poupar entre 160 a 200€.

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  • Pratique uma condução defensiva – aqui estará não só a cuidar da sua segurança, limitando o risco de embates (e despesas de reparação e/ou agravamento do seguro!), como a poupar, efectivamente, combustível. Conduzir, na auto-estrada, entre os 90 e os 100 Km/h, diminui em cerca de 15% o consumo de combustível. Do mesmo modo, manter uma velocidade constante e evitar travagens e acelerações desnecessárias, evita  gastos despropositados. Em meios urbanos, metade do combustível é desperdiçado em acelerações repentinas que, tantas vezes, não garantem quaisquer ganhos nos tempos de viagem;
  • Manutenção – seja cuidadoso e atencioso com a sua viatura. Com alguma regularidade, confira  o alinhamento da direcção, os filtros e o estado do motor. Siga, com o máximo rigor possível, as datas e agendamentos das revisões e manutenções recomendadas para o seu veículo. Ao fazer isto, acautela o surgimento de reparações mais dispendiosas. Um motor em bom estado e afinado, além de garantir uma maior segurança, pode representar uma poupança de 30% dos consumos.
  • Pressão dos pneus – é um dos aspectos que mais temos a marginalizar. Lembra-se da última vez que conferiu se os pneus se encontravam na pressão correcta? O uso constante do carro fará, naturalmente, diminuir a pressão dos pneus, fazendo com que esta se encontre em níveis abaixo dos recomendados. A consequência directa é um aumento do atrito e do combustível necessário para mover a viatura. Sendo um dos aspectos mais fáceis de solucionar, faça por verificar, com frequência, a pressão dos seus pneus;
  • Peso desnecessário – por vezes tratamos os nossos carros como se de arrecadações se tratassem, acumulando tralha, seja por esquecimento ou porque, na altura, é mais conveniente. A verdade é que todo o peso presente no carro, é peso que o motor tem de puxar. Por isso, da próxima vez que fizer uma limpeza no carro, livre-se de qualquer extra inútil e que só  contribuirá para gastar mais uns euros de combustível. Lembra-se ainda das barras de tejadilho que tão úteis foram nas últimas férias, mas que entretanto, não teve ainda oportunidade de retirar? Faça um esforço e trate de as desmontar, dado que tem implicações na aerodinâmica e nos consumos;
  • Abastecimentos – ainda que nem sempre seja possível, opte por abastecer nas horas mais frescas do dia, isto é, pela manhã ou à noite. Nessas alturas, o combustível encontra-se mais denso e, pelo preço que estamos a pagar ao litro, é conveniente sermos mais amigos da nossa carteira;
  • Desligar o carro -  se nos encontramos parados, seja por um minuto ou seja por uma hora, desligue o carro. Recorde-se que carro a funcionar é carro a gastar. Faça por diminuir as suas idas aos postos de combustível;
  • Faça uma gestão das viagens – evite fazer muitas viagens e estar constantemente a ligar/desligar a viatura. Assim, caso seja possível, avalie as tarefas que tem a realizar e programe as suas viagens. Menos tempo a circular, menor possibilidade de embates ou colisões, menos consumos e mais uns euros na sua carteira.
  • Utilize menos o carro – não se trate de brincadeira ou ironia. Uma das maneiras mais eficazes de poupar passa mesmo por utilizar o veículo com menos frequência. Dê uma oportunidade aos transportes públicos em algumas das suas viagens. Tem a enorme vantagem de não ter de se preocupar com estacionamento. Tente saber se pode partilhar carro com os colegas de trabalho. Aqui os ganhos são múltiplos: poupa na carteira, contribui para uma maior fluidez no trânsito e ainda trata do Ambiente, que tão necessitado está.
14.Jun.19

Ainda as eleições - Crónica Quinzenal

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Já passaram algumas semanas desde as Eleições Europeias que tanto agitaram a população e a comunicação social. Claro que no seu cerne, a campanha eleitoral que se arrastou por diversas localidades e caminhos. Porém, sabemos que algo neste primeiro parágrafo não bate certo. E, infelizmente, penso que não é preciso ir muito longe para perceber qual o erro, a observação... A taxa de abstenção, não é? A "agitação populacional..." 

A taxa de abstenção de voto em Portugal foi das mais vergonhosas possíveis e inimagináveis. Confesso que para alguém que raramente houve falar da Europa, não me chocava tais números. Porém, ao dar-me conta da gravidade dos mesmos, não consigo deixar de pensar no quão gravoso estas eleições são. E não somente na perspetiva do número, mas porque demonstra o como toda a população não quer saber da Europa ou não a quer compreender. Vive-se num sentimento de "para quê que vou votar se não afeta o meu país", que isto por si só é uma afronta gravosa ao que foi alcançado pelos nossos antepassados e, pior, por um futuro que naquele momento teve a oportunidade de ser decidido com toda a expressão da população.

Todavia, existe um descontentamento que me molda nesta crónica. Não é só a questão da abstenção, mas a culpa que a comunicação social atribui aos mais novos quando, na verdade, a sua expressão em nada consegue fazer parte 64,88% pelo simples facto de o número de votantes ter aumentado e o tecido jovem elegível para votar em nada se compara à sociedade em geral. Agora pergunto-me: torna-se fácil culpar os jovens? Torna-se fácil culpar a "geração agarrada aos telemóveis"? Penso que sim. O problema, contudo, é outro. 

Sendo a educação um pilar fundamental, seria essencial a Escola atual saber consciencializar os jovens para os problemas da sociedade, quer a nível macro, como micro. Em saber fazer a ponte entre o que se aprende em casa, e na escola. No entanto, quando a Escola falha em falar da história atual, e a comunicação social falha na mensagem passada para o seio da família - numa altura em que a leitura crítica e saudável é cada vez mais inexistente -, damo-nos conta de um sério problema sistémico que não parece ter solução à vista... Os próprios políticos compreenderam como a sua mensagem não é clara e não chega a todos os tecidos da população, o que por si só demonstra que existe um grande trabalho de sensibilização a ser feito. Agora a questão é: será que alguém o fará?

- Por Diogo Simões 

12.Jun.19

12 Junho - Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

A Associação Ipsum Home congratula-se de apoiar todas as crianças vitimas de  trabalho infantil.

Todas as crianças merecem ser educadas e ter conhecimentos, nomeadamente financeiros e económicos. 

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Quem criou esta celebração foi a Organização Internacional do Trabalho. Esta agência das Nações Unidas instituiu a data do Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil em 2002.

Esta data, celebrada no mesmo mês do Dia Mundial da Criança, visa alertar a população para o facto de muitas crianças serem obrigadas a trabalhar diariamente quando deveriam estar na escola a aprender e a construir um futuro melhor para si e para as suas famílias. O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil deseja assim promover o direito de todas as crianças serem protegidas da exploração infantil e doutras violações dos seus direitos humanos fundamentais, assim como a combater todos os tipos de trabalho infantil.

By - Arnaldo Rodrigues

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